A maré de azar parece não ter fim na carreira de Ricardo Pepi. O atacante do PSV Eindhoven, que vivia ótimo momento na temporada, teve novamente sua evolução interrompida por conta de uma lesão.
Já é a segunda vez que Pepi vê uma fase positiva ser pausada justamente quando parecia mais consolidado. Na última temporada, o centroavante atravessava o melhor momento da carreira, com 18 gols marcados pelo PSV, quando sofreu uma lesão no joelho. O problema exigiu cirurgia e o tirou de ação pelo restante da temporada.
O episódio ganhou ainda mais peso pelo contexto: o gol de número 18 foi marcado no mesmo jogo da lesão, contra o Liverpool, pela Champions League. Um símbolo claro de como o auge acabou interrompido de forma abrupta.
Nova lesão em cenário parecido e impacto imediato
Coincidentemente, um ano depois, a história se repete. Em mais uma partida em que balançou as redes, Pepi acabou se lesionando no próprio lance do gol. Desta vez, de forma ainda mais incomum: o atacante quebrou o braço, já passou por cirurgia e deve ficar afastado por cerca de dois meses.
A nova lesão deve tirá-lo da convocação de Mauricio Pochettino para os amistosos de março contra Bélgica e Portugal, o que pode pesar na disputa por espaço e até gerar dúvidas sobre sua presença na Copa do Mundo.
Mesmo assim, os números mostram que o problema nunca foi rendimento. Na atual temporada, Pepi soma 11 gols e 2 assistências, evidenciando uma evolução clara após o início turbulento causado pela recuperação do joelho. Mais uma vez, o desafio do atacante não é técnico — é conseguir manter a continuidade.
A maré de azar parece não ter fim na carreira de Ricardo Pepi. O atacante do PSV Eindhoven, que vivia ótimo momento na temporada, teve novamente sua evolução interrompida por conta de uma lesão.
Já é a segunda vez que Pepi vê uma fase positiva ser pausada justamente quando parecia mais consolidado. Na última temporada, o centroavante atravessava o melhor momento da carreira, com 18 gols marcados pelo PSV, quando sofreu uma lesão no joelho. O problema exigiu cirurgia e o tirou de ação pelo restante da temporada.
O episódio ganhou ainda mais peso pelo contexto: o gol de número 18 foi marcado no mesmo jogo da lesão, contra o Liverpool, pela Champions League. Um símbolo claro de como o auge acabou interrompido de forma abrupta.
Nova lesão em cenário parecido e impacto imediato
Coincidentemente, um ano depois, a história se repete. Em mais uma partida em que balançou as redes, Pepi acabou se lesionando no próprio lance do gol. Desta vez, de forma ainda mais incomum: o atacante quebrou o braço, já passou por cirurgia e deve ficar afastado por cerca de dois meses.
A nova lesão deve tirá-lo da convocação de Mauricio Pochettino para os amistosos de março contra Bélgica e Portugal, o que pode pesar na disputa por espaço e até gerar dúvidas sobre sua presença na Copa do Mundo.
Mesmo assim, os números mostram que o problema nunca foi rendimento. Na atual temporada, Pepi soma 11 gols e 2 assistências, evidenciando uma evolução clara após o início turbulento causado pela recuperação do joelho. Mais uma vez, o desafio do atacante não é técnico — é conseguir manter a continuidade.
Imagem de Capa via MSN.
