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Jogadores da MLS se posicionam sobre a eleição presidencial

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Os Estados Unidos vivem eleições presidenciais. Por conta disso, cidadãos estão indo às urnas para exercerem o direito do voto. Dessa maneira, o mundo futebolístico torna-se atuante com pessoas influentes. Inúmeros jogadores da Major League Soccer estão se posicionando sobre o tema, além disso, se fazem presentes na prática de escolher o presidente, fato retratado em estatística, já que quase 95% dos atletas elegíveis da MLS se registraram para votar.

Atualmente, o goleiro do D.C United, Bill Hamid, é um dos líderes de uma campanha para encorajar as pessoas a se tornarem eleitores, inclusive os jogadores da liga norte-americana. Porém, curiosamente, Hamid não votou na eleição há quatro anos, mas dessa vez posiciona-se de forma completamente distinta. Em entrevista o camisa 24 explicou sobre suas opiniões: “Não entendi o valor (na votação passada)”, disse ele ao Washington Post , “Ouvia todos dizendo: ‘Vote, vote, vote!’ Mas eu não necessariamente apreciava a importância não só para mim, mas para as meninas e meninos depois de mim. Agora eu valorizo.”, afirmou o goleiro.

O experiente jogador tenta ser exemplo para os torcedores, além de ajudar os mais jovens, o que aconteceu com Griffin Yow, de apenas 18 anos de idade. “Não se trata apenas de você votar; é que agora você tem fãs e precisa encorajar as pessoas a se envolverem”, falou Hamid a Yow.

No entanto, a noção de responsabilidade social está espalhada por diversas estrelas do campeonato. Em entrevista ao jornal “The Wichita Eagle, Giovanni Savarese, técnico do opinou sobre a oportunidade de vivenciar esta experiência como um nativo norte-americano. “Os Estados Unidos me deram muito e eu respeito este país e me tornei um cidadão. Ter a oportunidade de votar pela primeira vez nos Estados Unidos é, para mim, um grande privilégio e algo que valorizo”, declarou o comandante.

O veículo de comunicação ainda reuniu outros depoimentos como o de Mark McKenzie, do , que comentou sobre seu sentimento em relação ao momento. “Estou pensando na minha avó, expressando a importância de votar, como uma mulher negra nascida no final dos anos 30, as coisas mudaram e quão importante é essa responsabilidade”, disse a jovem de 21 anos.

A ligação entre os movimentos Black Players for Change e a MLS Players Association teve como objetivo fazer com que os jogadores aderissem a ideia da votação, em conjunto com a liga. Devido a isso, os escritórios das franquias e da MLS fecharão nesta terça-feira (03) para que todos exerçam a cidadania.

(Foto Reprodução/ Twitter D.C Unted)