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Seleção mexicana bate rivais asiáticos e termina ano em alta

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Após anos de muita incerteza, os torcedores da seleção mexicana certamente tem motivos para ter esperança em 2020. Na última data FIFA deste ano, a equipe de Tata Martino venceu Coréia do Sul e Japão em amistosos disputados nos dias 14 e 17, respectivamente.

Após vencer Holanda e empatar com a Argélia em Outubro, El Tri tinha como seu maior desafio manter a constância não apenas de bons resultados, mas de atuações que trouxessem confiança no futebol apresentado.

Em seu primeiro jogo da turnê pela Austria, uma vitória de 3 a 2 contra a Coréia, que criou dificuldades ao ataque mexicano, mas deixou espaços fundamentais em sua retaguarda, até que Raúl Jiménez, Uriel Antuna e Carlos Salcido marcassem três gols seguidos em apenas três minutos. E pelo que se viu em campo, a vitória poderia ter sido mais elástica se não fossem os muitos erros de finalização e os lapsos na transição defensiva.

Já na partida diante do Japão, o México mostrou os mesmos erros defensivos contra um adversário mais qualificado que o anterior, mesmo sem com nomes importantes em Kubo e Minamino. Erros estes que só não custaram a derrota no primeiro tempo devido a (mais) uma atuação monumental de Guillermo Ochoa com a camisa da Tri.

Mas se há uma coisa que essa geração possui de diferente é a qualidade de seus jogadores, sejam os locais, como Orbelín Pineda (Cruz Azul/MEX) e Henry Martin (Club América/MEX), até as internacionais estrelas como Hirving Lozano (Napoli/ITA) e Raúl Jimenez (Wolves/ING), que resolveram o jogo com dois gols em um intervalo de cinco minutos.

Raúl Jimenez ainda entrou para história como o 10° artilheiro de todos os tempos da seleção, empatado com nada mais nada menos que Hugo Sánchez, com 27 tentos marcados.

É necessário também destacar as variações táticas de Martino, que iniciou jogando em um 4-3-3 no jogo contra a Coreia, usando um tridente de ataque com Jesús Corona (Porto/POR), Jimenez e Lozano, apostando na velocidade dos pontas. Já partida contra o Japão, um 4-1-2-3, com Luis Romo (Cruz Azul/MEX) funcionando como um líbero e Rodolfo Pizarro (Inter Miami) no lugar do “Tecatito” Corona, que marca a troca da intensidade de um pela visão e técnica do outro, embora o camisa 10 do Inter Miami tenha feito partidas até certo ponto discretas.

Diante das duas melhores seleções do futebol asiático, a equipe tricolor mostrou virtudes e defeitos que precisam ser ressaltados e corrigidos pelo treinador Argentino, que se ainda não é unanimidade, passa cada vez mais segurança ao torcedor e amante do futebol mexicano, como há muito não se via por lá.

Em dois anos, São 18 vitórias, dois empates e apenas uma derrota desde que o ex-treinador do Atlanta United assumiu o comando da seleção mais vencedora da CONCACAF. Com as duas derrotas da Colômbia na presente data FIFA, o México tem grandes chances de terminar o ano entre os 10 primeiros do Ranking da FIFA.

(Capa: Reprodução Twitter/Mexican National Team)