sáb 09/05
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dom 10/05
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Jesse Marsch convoca base da MLS para período de treinos da seleção do Canadá

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O técnico Jesse Marsch deu mais um passo importante na preparação da seleção canadense para a Copa do Mundo da FIFA de 2026. Nesta semana, o treinador anunciou uma lista de 20 jogadores convocados para o período de treinamentos de janeiro, com forte presença da Major League Soccer (MLS). Ao todo, 15 atletas atuam na liga norte-americana, reforçando a aposta no desenvolvimento local.

A convocação mistura juventude, jogadores em ascensão e nomes já consolidados no elenco nacional. O objetivo é claro: ampliar o leque de opções, avaliar novos perfis e manter o padrão físico e tático exigido para o ciclo do Mundial, que será disputado em casa por Canadá, Estados Unidos e México.

MLS como base do projeto canadense

A predominância de atletas da MLS não é acaso. Marsch conhece bem a liga, seu ritmo intenso e o calendário apertado. Para um período de treinos fora da data FIFA, faz sentido apostar em jogadores que já estão em atividade no continente e se encaixam rapidamente no modelo de jogo.

Além disso, o Canadá vive um momento de consolidação da sua identidade futebolística. Menos improviso, mais continuidade. A base doméstica garante entrosamento, competitividade e leitura tática mais uniforme.

Goleiros: disputa aberta por espaço

O setor defensivo começa pelo gol, e Marsch chamou dois nomes que buscam afirmação no cenário internacional:

Goleiros (2)

  • Luka Gavran

  • James Pantemis – Portland Timbers

Ambos atuam na MLS e entram no radar como opções para compor o grupo a médio prazo. Com a posição ainda aberta para o futuro, cada treino conta.

Defesa numerosa e versátil

O treinador convocou oito defensores, apostando em atletas que podem atuar em mais de uma função, algo essencial no futebol moderno.

Defensores (8)

  • Noah Abatneh – Atlético Ottawa

  • Zorhan Bassong – Sporting Kansas City

  • Matteo de Brienne – GAIS

  • Richie Laryea

  • Jahkeele Marshall-Rutty – CF Montréal

  • Kamal Miller – Portland Timbers

  • Ralph Priso – Vancouver Whitecaps FC

  • Joel Waterman – Chicago Fire FC

O destaque fica para Richie Laryea e Kamal Miller, nomes mais experientes do grupo. Já Marshall-Rutty e Abatneh representam a renovação, com foco em intensidade e capacidade de recomposição.

Meio-campo: equilíbrio entre força e criatividade

O meio-campo é o setor mais numeroso da convocação, com sete jogadores. A lista mescla atletas de marcação, chegada à frente e boa leitura de jogo.

Meio-campistas (7)

  • Jeevan Badwal – Vancouver Whitecaps FC

  • Mathieu Choinière – LAFC

  • Marcelo Flores – Tigres UANL

  • Shola Jimoh – Inter Toronto FC

  • Jayden Nelson

  • Jonathan Osorio – Toronto FC

  • Jacob Shaffelburg – LAFC

Aqui, o nome mais consolidado é Jonathan Osorio, referência técnica e liderança no elenco. Marcelo Flores, único fora da MLS no setor, agrega experiência internacional ao grupo. Já Shaffelburg e Choinière oferecem intensidade pelos lados e chegada ao ataque.

Ataque jovem e em observação

No setor ofensivo, Marsch optou por três nomes, todos jovens e ainda em fase de afirmação.

Atacantes (3)

  • Tiago Coimbra – Halifax Wanderers FC

  • Rayan Elloumi – Vancouver Whitecaps FC

  • Jacen Russell-Rowe – Columbus Crew

O objetivo aqui é simples: observar. O treinador quer entender quem pode oferecer profundidade, pressão alta e leitura de espaço, características-chave do seu modelo de jogo.

Preparação sem atalhos

Este período de treinos não define titulares nem fecha grupo para a Copa do Mundo. Serve para construir base, testar variações e manter o padrão competitivo. Marsch segue uma linha tradicional: elenco forte se faz com repetição, cobrança e meritocracia.

A mensagem é clara para quem ficou fora e para quem foi chamado. Nome não joga. Entrega, sim.

Com a MLS cada vez mais presente no projeto da seleção canadense, o caminho parece bem definido. Menos promessa vazia, mais trabalho. É assim que seleções crescem — e é assim que o Canadá quer chegar em 2026.