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902 gols: Messi brilha em possível despedida da Argentina e mira estreia no Inter Miami

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O roteiro foi digno de lenda. Lionel Messi transformou sua possível última partida em casa pela Argentina em um espetáculo. Na vitória por 5 a 0 sobre a Zâmbia, em Buenos Aires, o camisa 10 decidiu, encantou e deixou o torcedor com a sensação clara: o fim está próximo — e histórico.

A poucos meses da Copa do Mundo FIFA de 2026, o craque deu mais uma prova de que ainda dita o ritmo quando quer. E fez isso do jeito clássico: chamando o jogo, resolvendo na bola e deixando marca no placar.


Golaço, números gigantes e mais um recorde

Messi não fez só mais um gol. Fez um gol à altura da carreira.

Aos 43 minutos do primeiro tempo, tabelou rápido, invadiu a área e finalizou com categoria. Lance limpo, direto, sem firula — coisa de quem domina o básico como poucos.

Os números impressionam:

  • 117 gols pela Argentina
  • Gols marcados contra 40 seleções diferentes
  • 902 gols somando clubes e seleção

A marca dos 900 gols tinha sido alcançada dias antes, já vestindo a camisa do . Agora, ele amplia a conta e reforça o tamanho da própria história.

Não é exagero chamar de era Messi. É constatação.


Noite de despedida? Clima diz tudo

O palco foi pesado: La Bombonera. E o clima também.

Sem anúncio oficial, o jogo teve cara de despedida. Aos 38 anos, Messi caminha para o fim do ciclo com a seleção. A tendência é encerrar após o Mundial — embora ele ainda não tenha batido o martelo sobre presença no torneio.

Dentro de campo, jogou como sempre fez nos grandes momentos:

  • Participativo
  • Decisivo
  • Frio na hora certa

Além do gol, ainda serviu Valentín Barco nos acréscimos, fechando a goleada com assistência. Um detalhe que resume bem a carreira: ele não só resolve, como melhora quem está ao lado.

O torcedor percebeu. A reação nas arquibancadas foi de reconhecimento — e de despedida antecipada.


O “GOAT” entrega mais uma atuação completa

Chamar Messi de maior de todos os tempos já virou rotina. Mas jogos como esse explicam o porquê.

Ele não depende mais de explosão física. Joga no tempo dele. Enxerga antes. Decide antes. Executa com precisão.

Foi assim contra a Zâmbia:

  • Controlou o ritmo
  • Escolheu quando acelerar
  • Definiu o jogo com naturalidade

É o tipo de atuação que não precisa de exagero. Basta assistir.


Virada de chave: estreia no novo estádio do Inter Miami

Se a noite na Argentina teve cara de despedida, o próximo capítulo aponta para um novo começo.

Messi agora vira a chave e foca no , que estreia seu novo estádio neste fim de semana. O adversário será o , em um duelo que marca oficialmente a inauguração da arena.

Detalhes do jogo:

  • Estreia do novo estádio
  • Capacidade: 26.700 torcedores
  • Foco total no futebol

O momento não poderia ser mais simbólico. De um lado, possível despedida com a seleção. Do outro, a abertura de uma nova casa no clube que virou vitrine da MLS.


Messi segue como rosto da MLS

A liga americana sabe o que tem nas mãos. Messi não é só jogador. É ativo global.

A estreia no novo estádio do Inter Miami reforça isso:

  • Mais visibilidade internacional
  • Estádios cheios
  • Crescimento da marca MLS

Dentro de campo, ele ainda resolve. Fora dele, transforma o negócio.


Entre o fim e o começo

A carreira de Messi entra na reta final. Isso é fato. Mas o impacto segue gigante.

A atuação contra a Zâmbia deixou duas mensagens claras:

  1. Ele ainda decide jogos grandes
  2. Cada partida pode ser a última em certos palcos

Agora, o foco muda. Sai a seleção, entra o clube. Sai o clima de despedida, entra o de inauguração.

E, como sempre, a bola vai passar pelo pé dele.