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Como os outros times da MLS vão reagir à Messi no Inter Miami?

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Pedro Luis Cuenca é jornalista e acompanha a MLS desde antes da liga ser criada 

Por onde você olha, há Lionel Messi. Na televisão, nas redes sociais, na internet, nas conversas. A troca de ares do argentino, a caminho do Inter Miami, foi uma grande mudança não apenas na carreira, como no nível da Major League Soccer. Agora, porém, a liga pode experimentar novas variantes.
A MLS sempre vivenciou momentos de investimentos em grandes jogadores, em uma jornada iniciada por David Beckham em 2007, viu muitos craques passando por gramados americanos e canadenses — alguns com mais ou menos sucesso. Agora, porém, chegou simplesmente um dos maiores de todos os tempos. Mas os outros clubes vão reagir ao investimento do Inter Miami?
Afinal, a MLS possui diversas franquias em um país de tamanho continental. Algumas cidades com mais investimentos do que outras, claro, além de mais atrativos. Miami, por exemplo, sempre chama mais a atenção de algum atleta do que o pacato e esquecível estado de Minnesota.
Depois do anúncio de Messi, outros nomes já foram especulados no Inter Miami como Suárez, Jordi Alba, Busquets e Di Maria. Todos podem chegar, sim, mas vai sobrar alguém para os outros times? A chegada do argentino pode render uma mudança na filosofia de gastos da liga, que possui um teto de gastos, e fazer com mais investimentos cheguem em breve?
É claro que a MLS não vai sair gastando de maneira adoidada, como fizeram times chineses anos atrás e hoje precisam contar moedinhas para sobreviver. Os donos de times claramente sabem que tudo possui uma consequência, então os gastos seriam mais ostensivos, mas também com muito planejamento. Algo que a quer fazer, mas que conta com a sorte do dinheiro do petróleo por lá.
Não é impossível imaginar que a chegada de Messi forme uma revolução dentro da MLS e que a liga faça uma mudança em seus parâmetros de gastos, custos e tudo mais que envolva dinheiro. Afinal, não é qualquer um que vai desfilar seu talento nos gramados americanos. Diante disso, essa nova mentalidade talvez seja necessária justamente para que mais craques, até mais novos, vejam o campeonato de outra maneira.
(Capa: Reprodução/MLS)